
Na hora em que ia oficiar Braga e Mussnich como membros do tribunal, Reis lembrou a Zveiter a existência de uma ordem judicial impedindo a posse dos dois até que o mérito da questão fosse julgado. Decorridos vários constrangimentos, bate-boca, Mussniche – que é advogado do banqueiro Daniel Dantas, envolvido no escândalo de espionagem da Kroll –, tentou classificar de armação o que estava acontecendo, ambos saíram do STJD sem serem empossados.
Segundo a liminar, não estaria definido quem indicaria os auditores, se os clubes ou o Clube dos 13. “Eu já havia empossado alguns auditores. Na hora do senhor Mussnich tomar posse o advogado João Carlos Reis apresentou o documento. Se eu continuasse com a sessão, estaria descumprindo uma ordem judicial”, afirmou Zveiter.
A disputa pelo poder no STJD começou quando a CBF comunicou em um ofício que Virgílio e José Mauro Couto seriam seus representantes no órgão, Perry atuaria como o indicado da Anaf, e Thomaz Braga e Mussnich entrariam pelos clubes.
O Vasco contestou judicialmente as indicações de Braga e Mussnich e, de posse de uma liminar, confirmou a eleição de Zveiter. Inconformados, os representantes da CBF, Anaf e os indicados pelos clubes realizaram novo pleito e tentaram eleger o presidente do TRT para comandar o STJD.
|
Copyright © ANAF.COM.BR ® Todos os direitos reservados. |